Apontamentos para o Estudo da Moeda Sueva

Numária Hispano-Romana, Sueva, Visigoda e Muçulmana
JCardoso
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Re: Apontamentos para o Estudo da Moeda Sueva

Mensagem por JCardoso » 28 jan 09 1:17:55

Refiro-me a este exemplar:
Imagem
Foi achado entre Mérida e Sevilha.

Um abraço



Visigodo
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Re: Apontamentos para o Estudo da Moeda Sueva

Mensagem por Visigodo » 28 jan 09 13:18:26

:)
Jorge, não tenho conhecimento deste espécime, ainda vou fazer umas consultas..., s.f.f., quem a classificou? A quem foi atribuída? Em suma, todos os dados de que disponha, obrigado.

Um abraço.
António Diogo
FELICITAS PERPETVA SAECVLI

JCardoso
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Re: Apontamentos para o Estudo da Moeda Sueva

Mensagem por JCardoso » 28 jan 09 16:29:37

Caro Diogo aqui vão as informações de que disponho:

- Exemplar único que foi apresentado no último leilão de 2008 da Numisma.
- tem um peso de 0,69g

- O comprador da meia-silíquia sueva foi um importante museu de Lisboa:
http://www.correiomanha.xl.pt/noticia.a ... 9B204108DD" onclick="window.open(this.href);return false;

Vou reproduzir algumas frases do catálogo:

“As moedas que alguns destes povos (Suevos, Vândalos e os Godos) decidiram cunhar, têm-se mostrado de difícil atribuição.”

“Os Soldos dos Suevos (…), são tidos com os mais raros de todos.
Mesmo que houvesse dúvidas na atribuição desses Soldos aos Suevos, o ter aparecido há pouco tempo um outro Soldo, com as letras B R de Bracara(…), é uma prova real.”

“Será de admitir (…), que os Suevos cunharam presumivelmente no Reinado de Requiário, meias siliquas, pelo aparecimento do exemplar único achado entre Mérida e Sevilha.”
Visigodo Escreveu:quem a classificou? A quem foi atribuída?
São perguntas a que não tenho uma resposta 100% concreta.

Mas posso responder da seguinte forma:
- Se foi presente a leilão, o espécime foi analizado convenientemente pelos consultores/ coordenação cientifica
- Atribuído "presumivelmente" ao Reinado de Requiário.


Um abraço

Visigodo
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Re: Apontamentos para o Estudo da Moeda Sueva

Mensagem por Visigodo » 29 jan 09 18:03:36

:)
Siliqua - Nome usado para designar a unidade de peso, também designada de carat ou quilate, equivalente a 1/1728 da libra romana e que tinha como base o peso médio da semente da alfarrobeira (Ceratonia siliqua)..., para a larga difusão do quilate como unidade de lei, contribuíu o uso internacional do solidus romano, que se supunha ser de ouro puro e ter como peso vinte e quatro quilates ou siliquae. Com Constantino, é possível que o nome siliqua tenha sido usado para designar uma moeda de prata, de valor nominal igual ao de uma siliqua de ouro amoedado.

Englobemos então esta «meia-siliqua» nas cópias servis, uma vez que não apresenta qualquer elemento tipológico diferente dos que são próprios do modelo copiado. O facto de não ser uma cópia fiel, esses desvios devem-se essencialmente à falta de capacidade artística do gravador, é nítida a intenção do gravador em reproduzir o reverso/tipo, VICTORIAAVGGG, quanto ao imperador teremos que ter em conta pactos assinados com o império..., de Valentiniano I a Teodósio.

Tenhamos sempre presente a opinião de Tomasini, W. J. "Estamos a lidar com material em que não existe uma linha divisória entre facto e ficção".

Agradeço ao amigo Jorge Cardoso o ter-nos trazido esta notícia.

Um abraço.
António Diogo
FELICITAS PERPETVA SAECVLI

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Re: Apontamentos para o Estudo da Moeda Sueva

Mensagem por JCardoso » 02 fev 09 16:49:05

Agradeço ao amigo António Diogo toda esta investigação e dedicação. :wink:
Um abraço


Deixo aqui um Estudo sobre um Triente Suevo achado no Distrito de Santarém:

http://perso.wanadoo.es/bb933188245/Gac ... /GN148.pdf" onclick="window.open(this.href);return false;

E a respectiva moeda para analise:
Imagem

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Re: Apontamentos para o Estudo da Moeda Sueva

Mensagem por Visigodo » 03 fev 09 18:18:11

:)
Neste espécime o nome de Valentiniano está perfeitamente identificável, o reverso com cruz dentro de laurel, tremissis do tipo II de Reinhart, como refere Antonino Poiares no seu artigo da Gaceta. O pormenor que mais me desperta a atenção é a aparente ausência de painéis laterais que nestes tremisses são geralmente bastante amplos e delineados. O diâmetro do laurel é muito maior daí o espaço para os painéis ser bastante reduzido, um pormenor pouco comum.
Peixoto Cabral e Metcalf calcularam o peso médio e o desvio padrão para um conjunto de trinta moedas dete tipo (tipo II de Reinhart com o nome de Valentiniano perfeitamente identificável) e que foram de, respectivamente, 1,34 g e 0,09 g. No que respeita à lei os mesmos autores, dão-nos informações resultantes da análise, pelo método de PIXE, de dezanove moedas. A concentração média de ouro calculada foi de 86,4 % (desvio padrão de 4,75 %).
Quanto à cronologia e subscrevendo Mário Gomes Marques, pouco mais podemos adiantar além de que foram seguramente lavrados após 426, ano em que este tipo foi adoptado por Valentiniano, e com fortes probabilidades antes de 586, uma vez que é pouco provável que Leovigildo tivesse permitido após a anexação do reino suevo (585), a emissão de outras moedas.

Agradeço ao amigo Jorge Cardoso , o interesse por esta temática, assim como mais este contributo para os Apontamentos.

Um abraço.
António Diogo
FELICITAS PERPETVA SAECVLI

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Re: Apontamentos para o Estudo da Moeda Sueva

Mensagem por Visigodo » 12 mai 09 22:50:13

:)
Cinco tremisses (da Ex. Colecção Carlos Costa) presumivelmente cunhados pelos suevos foram também analisados e pelo método designado por PAA, por Maria Filomena Guerra no Centre National de Recherches Scientifiques, Orléans, França, da análise dos mesmos resultou o seguinte:

Su 1: Au 88.8%, Ag 10.8%, Cu 0.3% .../...
Su 2: Au 84.6%, Ag 13.5%, Cu 1.3% .../...
Su 3: Au 97.0%, Ag 2.6 %, Cu 0.3%.../...
Su 4: Au 93.2%, Ag 5.7%, Cu 1.0%.../...
Su 5: Au 78.1%. Ag 20.5%, Cu 0.9%.../...

Su= Sueva.

Um abraço.
António Diogo
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Re: Apontamentos para o Estudo da Moeda Sueva

Mensagem por Visigodo » 13 mai 09 19:32:59

:)
Da análise das suevas concluiu-se que algumas apresentavam um ouro com características do norte da Península Ibérica e outras um ouro com caracerísticas do Sul da Península...

Um abraço.
António Diogo
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Re: Apontamentos para o Estudo da Moeda Sueva

Mensagem por Visigodo » 06 jun 09 16:28:33

:)
A propósito de letras, marcas e símbolos diferenciais nos tremisses com painéis nos reversos e a possibilidade que alguns numismatas viram em que essas letras sejam iniciais das localidades onde foram cunhadas..., levou a que sobre elas tenha incidido a atenção dos mesmos. Alois Heiss, Essai sur le monnayage des Suèves, Revue Numismatique, 1891, adiantou as hipóteses de que a letra E deveria ter sido a marca para as emissões efectuadas em Eminio (Coimbra), L para as emissões efectuadas em Lamecum (Lamego), N para as de Norba (Cáceres), R para as de Rusticiana (localização incerta) e S para as emissões de Scallabis (Santarém). Heiss não nos deixou argumentos convincentes a favor destas hipóteses. Contra essas hipóteses jogam e depõem espécimes da série latina munita que exibem topónimo na legenda de anverso e letra no reverso e em que as letras não correspondem às iniciais dos topónimos.
Tanto no que diz respeito às letras como aos restantes símbolos a actual situação continua a ser a da ignorância... não conhecemos o seu significado.

(Marques, M. G., ob. cit., Adaptado).

Um abraço.
António Diogo
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Re: Apontamentos para o Estudo da Moeda Sueva

Mensagem por Destrans » 06 jun 09 17:32:42

O Diogo lá continua este precioso monólogo.

Não estou esquecido da capa sueva. Está quase.

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Re: Apontamentos para o Estudo da Moeda Sueva

Mensagem por Visigodo » 07 jun 09 14:39:16

:)
Obrigado Carlos, eu sabia que não te esquecias! :D
Como sugestão: Anverso (sempre a face efigiada :wink: ) para a capa / Reverso para a contra-capa. Vai estando na hora de transportar os suevos para o lugar que merecem: O arquivo vivo!

Um abraço.
António Diogo
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Re: Apontamentos para o Estudo da Moeda Sueva

Mensagem por Visigodo » 07 jun 09 18:48:56

:)
Béltran Villagrasa, "Problemas que plantean las monedas de la época hispano-goda y resolución de algunos de ellos", in III Congreso Arqueológico Nacional, Galicia, 1953, Zaragoza, 1955, deixou-nos a sua opinião acerca das legendas/palavras constantes dos tremisses da série latina munita. O seu trabalho foi ignorado pela maioria dos numismatas, felizmente alguns portugueses tais: Peixoto Cabral, Rodrigues Marinho, Mário Gomes Marques..., tiveram-no em devida e merecida conta. Villagrasa estava convicto que algumas dessas palavras só poderiam ser topónimos ou derivados dos mesmos e outras seriam certamente antropónimos, infelizmente não indicou quais seriam topónimos e quais seriam antropónimos.
Mário Gomes Marques (ob. cit., pp. 154 a 161), estudou com a preciosa ajuda de José Cardim Ribeiro, "Da existência de nomes pessoais em legendas de tremisses da série latina munita" constante da ob. cit. de M. G. Marques, os autores dão-nos matéria de estudo e debate concluindo J. C. Ribeiro e cito: "Como vemos, neste campo abundam mais as hipóteses que as certezas. Todavia, e para lá da legítima discussão quanto aos prováveis ou possíveis contextos filológicos reflectidos pelos nomes em análise, importa antes destacar um facto incontornável: os nomes em causa são, na verdade, antropónimos, e não supostas formações de cariz directa ou indirectamente toponímico. E esta firme conclusão basta-nos, no âmbito específico do presente estudo".

De que legendas falamos? Pois bem deixo algumas conhecidas e estudadas pelos autores:

MVR(I)LLOIVLIMVNITA
SENAPRIATALASSIMV
LEIOIACOTISMVNITA / LEIO IACOTIS MVNITA
IACOTESMONETAPAX
LATINAGATTICMVNI
LATINAMVNITAGOTTI
LATINAMVNITAGATII
LATINAMVNITABENE
LATINAMONETAMVRES
LATINAEMERIMVNITA
LATINAMERIMVNITA
MVRELENSEMVNITA
LEONESMONETACLARA
BERGIDENSEMVNITA
MANITALAVRINTINA
MVNITAGALLICAPAX
IACOTESMONETAPAX

EMERI (gen.) - Cremos que a esta forma genitiva corresponderá o nominativo Emerius. Tal antropónimo encontra-se documentado na Hispania visigoda, designando um dos abbates que subscreve em 665, o IX concílio de Toledo... (J. C. Ribeiro, ob. cit.).

GAT(T)I GOT(T)I (gen.) - Existem, nas legendas monetárias que exibem estes elementos nominais, algumas variantes que nos impedem de obter totais certezas quanto aos antropónimos nelas registados. De uma análise dessas variantes deduzem-se, em alternativa, os genitivos Gat(t)i e Got(t)i, que poderão corresponder, o primeiro, aos antropónimos Catius, Catus, Cattus, Gattius ou Gatus e , o segundo, a Cottius ou Cottus... (J. C. Ribeiro, ob. cit.).

IACOTIS (gen.) - A forma Iacotis representará o genitivo Iaco (cfr. Engel e Serrure, Traité de numismatique du moyen âge, vol. I, Paris, 1891). Assinale-se que a grafia Iacotes, patente em algumas das legendas seriadas, não representa obviamente nenhum nominativo ou acusativo plural, mas tão só um siples genitivo singular, equivalente a Iacotis... (J. C. Ribeiro, ob. cit.).

IVLI (GEN.) - Trata-se evidentemente, do vulgaríssimo gentilício Iulius, aqui utilizado como simples nome único. É muito frequente na Hispania romana... (J. C. Ribeiro, ob. cit.).

TALASSI (gen.) - Deste genitivo poderá deduzir-se o nominativo Talassius. Tal nome, na sua forma não geminada Talasius, está registado na Hispania suevo-visigótica designando um bispo de Asturica, o qual, em 589, subscreve o III Concílio de Toledo (Garcia Moreno, "Prosopografia del Reino Visigodo de Toledo, Salamanca, 1987). Relacionável com o antropónimo em questão documenta-se ainda, neste mesmo contexto territorial e cronológico, o nome Talasa, referente a uma famola (sic) Dei falecida em 594, com 44 anos, e cujo epitáfio foi achado em Silveirona, Estremoz... (J. C. Ribeiro, ob. cit.).


Faço votos para que desfrutem ao ler estes Apontamentos, no mínimo, tanto quanto eu desfrutei ao escrever e ao embrenhar-me na Idade das Trevas.

Um abraço.
António Diogo
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Re: Apontamentos para o Estudo da Moeda Sueva

Mensagem por Visigodo » 08 jun 09 18:26:02

:)
Passemos então aos topónimos ou derivados de topónimos, logo, centros emissores/casas de cunho/oficinas:

Bergidum - A produção neste centro está atestada pelos espécimes que exibem a legenda: BERGIDENSEMVNITA, localidade mencionada no Paroquial suevo, pertencente à diocese de Astorga.

Leio - Provavelmente Leão, ainda que tudo indica nunca ter sido dominada pelos suevos. Tremisses que exibem as legendas: LEIOIACOTISMVNITA. / LEONESMONETACLARA.

Murello - Centro emissor/topónimo atestado pelos tremisses que exibem as legendas: MVRELENSEMVNITA / LATINAMONETAMVRES. A localidade consta igualmente do Paroquial suevo, pertencente à diocese de Astorga.

Senapria - Consta igualmente do Paroquial suevo como pertencendo à diocese de Orense. Localidade atestada pelos espécimes que exibem a legenda: SENAPRIATALASSIMV.

Laurintina - Bouza Brey, "Una ceca desconocida en la diócesis de Portucale", Revista de Guimarães, 1942, propõe Laurencio ou Labrencio. M. G. Marques considera tratar-se da derivação de um topónimo que actualmente se ignora. Centro emissor atestado pelos espécimes que exibem a legenda: MANITALAVRINTINA.


Um abraço.
António Diogo
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Re: Apontamentos para o Estudo da Moeda Sueva

Mensagem por Visigodo » 15 jun 09 22:24:00

:)
Amigos numismatas já tiveram oportunidade de folhear o "Homenagem a Mário Gomes Marques", recebido em Santarém? :wink:

Um abraço.
António Diogo
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Re: Apontamentos para o Estudo da Moeda Sueva

Mensagem por Visigodo » 16 jun 09 22:19:13

:)
Por aqui a abstenção cifra-se nos 99,9%. É com incomensurável tristeza que o digo..., factos são factos e dos mesmos terei que tirar ilações.
Ou o coleccionismo desenfreado e disparatado ou a numismática/história monetária, eu há muito escolhi: A história monetária.
Se consegui pelo menos um único "adepto" já me sinto realizado. O mau mesmo é se nem mesmo um único adepto angariei..., mau professor.

Um abraço e até sempre.
António Diogo
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Re: Apontamentos para o Estudo da Moeda Sueva

Mensagem por gomen » 16 jun 09 22:46:03

Visigodo Escreveu::)
Por aqui a abstenção cifra-se nos 99,9%. É com incomensurável tristeza que o digo..., factos são factos e dos mesmos terei que tirar ilacções.
Ou o coleccionismo desenfreado e disparatado ou a numismática/história monetária, eu há muito escolhi: A história monetária.
Se consegui pelo menos um único "adepto" já me sinto realizado. O mau mesmo é se nem mesmo um único adepto angariei..., mau professor.

Um abraço e até sempre.
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Re: Apontamentos para o Estudo da Moeda Sueva

Mensagem por Avelino Nascimento » 16 jun 09 23:01:12

Olá :)

Se formos consultar o número de exibições, tanto no «Apontamentos para o Estudo da Moeda Sueva» como no «Apontamentos para o Estudo da Moeda Visigoda», é um número bastante bom para um fórum com pouco mais de um ano.
Agora que são temas bastante difíceis, delicados e confusos para o comum numismata, são.
Não ter respostas à altura do número de exibições, não é sinónimo de falta de interesse, pelo contrário, quer dizer que o interesse é tanto que nem temos a coragem de interromper.
Pessoalmente, tenho muita dificuldade em entender certos pontos dos apontamentos, as partes mais técnicas mas isso é defeito meu, melhor ainda, é burrice minha, não estudei.


Abraço e continua...
Cumprimentos,
Avelino Nascimento

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Re: Apontamentos para o Estudo da Moeda Sueva

Mensagem por Visigodo » 17 jun 09 22:53:10

:)

Obrigado!

Um abraço.
António Diogo
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Re: Apontamentos para o Estudo da Moeda Sueva

Mensagem por JCardoso » 20 jun 09 10:12:35

Visigodo Escreveu:Por aqui a abstenção cifra-se nos 99,9%.
Não corresponde á verdade essa estatística.
Também estou atento. :)

Visigodo
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Re: Apontamentos para o Estudo da Moeda Sueva

Mensagem por Visigodo » 30 jun 09 22:38:50

:)
Carlos, faz-me o favor de trasladar isto, talvez assim consiga outra vida (ainda tenho seis para consumar), outro ânimo acrescido... suplementar!

Um abraço.
António Diogo
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